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CRAM reforça trabalho junto à saúde

Visando marcar a data do Dia Municipal da Não-Violência Contra a Mulher, comemorado no dia 9 de dezembro, a equipe do Gabinete da Primeira-Dama e do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), fez intervenções junto aos serviços de saúde do município, para que pacientes e funcionários tenham conhecimento de que a mulher que sofre violência doméstica conta com um serviço especializado em Gramado.

Conforme levantamento, somente de janeiro a novembro deste ano, o CRAM somou 871 atendimentos, sendo que em 2016, de acordo com o que se tem registrado, foram 294 atendimentos realizados. De acordo com os dados, no total, 143 mulheres já foram acolhidas pelo Centro desde a sua inauguração. Destas mulheres, 42 já tiveram seus casos encerrados, 35 desistiram do acompanhamento e 66 mulheres ainda seguem em atendimento.

O Centro de Referência de Atendimento à Mulher atua com o acolhimento, escuta e atendimento de mulheres em situação de violência doméstica, contando com uma equipe técnica composta por uma psicóloga e uma assistente social, disponibilizando às mulheres em situação de violência atendimento psicológico e social. “Nosso trabalho tem por objetivo cessar com a situação de violência vivenciada pela mulher atendida sem ferir o seu direito à autodeterminação e a tomada de decisões relativas à situação de violência por ela vivenciada, além de fortalecer sua autoestima e promover a interrupção do ciclo de violência”, destaca a primeira-dama do município, Bianca Bertolucci.

Para receber atendimento das técnicas do CRAM, a mulher em situação de violência doméstica e familiar poderá ser encaminhada por qualquer serviço do Município ou procurar atendimento diretamente no Centro de Referência. A partir da procura ou encaminhamento, a mulher passará pelo acolhimento inicial, no qual a técnica fará a escuta acerca das situações vivenciadas e suas demandas.  

Desde o primeiro contato é assegurado à mulher o sigilo e a privacidade dos atendimentos, bem como o respeito a suas escolhas. E no decorrer do acolhimento, a mulher é orientada sobre a possibilidade e importância da realização do Boletim de Ocorrência, porém a vinculação ao acompanhamento da equipe independe de efetuar ou não o boletim.